Psicanálise, escuta e singularidade
A clínica parte do princípio de que o mal-estar não é uma falha a ser rapidamente corrigida, mas uma expressão singular que pede tempo, escuta e elaboração.
A história importa
Uma dificuldade não existe isolada da história de quem a vive. Por isso, o processo não procura encaixar a pessoa em uma fórmula, mas escutar como determinadas experiências, relações e repetições se organizam de maneira singular.
Escutar antes de concluir
A clínica não começa por uma resposta pronta. Começa pela possibilidade de falar, construir associações, perceber movimentos que se repetem e elaborar aquilo que ainda não encontrou uma forma de ser compreendido.
Autonomia, não dependência
O objetivo não é dizer como alguém deve viver. O processo busca ampliar a possibilidade de compreender a própria história e construir escolhas com maior participação e responsabilidade sobre a própria vida.
Um diálogo que amplia perguntas.
Meus estudos em Filosofia atravessam a maneira como penso questões humanas como sofrimento, liberdade, desejo, vínculos e sentido da existência. Esse repertório amplia minha compreensão, mas não substitui o rigor técnico e ético do trabalho psicológico.
Referências teóricas de estudo
Autores e campos de investigação que informam minha reflexão teórica e clínica contínua: